22 de set de 2010

Notas policiais


Mário anda sobressaltado nos últimos meses. Assassinara sem piedade a criança que existia dentro dele. Teme ter cometido esse infanticídio por puro desespero. Desculpa-se acusando a embriaguez dos compromissos adultos e aguarda em liberdade o julgamento da vida.

Toda vez que passa por um parque, sente um arrepio na espinha e pensa na covardia desse ato.

Sabrina Davanzo

2 comentários:

Renata de Aragão Lopes disse...

Triste...

Anônimo disse...

"sonho para fugir da dura realidade..."
Adriana-Belém-Pa