8 de jan de 2009

Esperança


Existe, dentro de todos nós, um mato rasteiro e verdinho

que cresce na borda do coração.
Não é daninho.
É pois a esperança,
aquela que por último se cansa,
em sua mais pura expressão.

Sabrina Davanzo

6 comentários:

Ana Paula Sampaio disse...

Sabrina, obrigada pela visita ao De Onde Vem a Calma. Estou encantada com seu blog, com a qualidade dos textos, a delicadeza das ilustrações! Perfeito! Vou linkar no meu, ok? beijos e com certeza voltarei mais vezes! =)

Sabrina Davanzo disse...

Ei, Ana Paula!
Bom te ver por aqui e fico feliz que
tenha gostado. Volte sempre, vc será sempre bem-vinda.
Vou linkar vc tb, adorei seus textos.
Beijos!!

Marlise disse...

Este matinho às vezes murcha, mas não morre, não é? Bárbaro o seu post!

Sabrina Davanzo disse...

é isso mesmo, Marlise.. tem horas que ele parece até perder as forças... mas logo renasce tão vivo quanto antes..

Bjim!

Djabal disse...

Existem pessoas que possuem o matinho e as que não. Não consigo compreender essas últimas. É preferível deixar que ele cresça sempre. Isso nos torna humanos. Mais humanos. Gostei, muito. Beijos.

Sabrina Davanzo disse...

Djabal, também não consigo compreender essas pessoas que insistem em nao deixá-lo nascer dentro delas.. Concordo com vc que ele nos torna mais humanos e nos conforta!
Obrigada pela visita!
Bejim!